Escrito em 10/04/2010
"Tenho a certeza de que lhe quero bem e com tanta intensidade que o universo inteiro conspira a favor. Gosto de fazer cafuné tanto quanto receber. Como aquele abraço apertado onde duas pessoas que se amam vêem seus braços se entrelaçarem e compartilham de uma harmonia e felicidade indescritíveis... sentindo no silêncio a cumplicidade e o carinho que os arrebatam o coração e atingem a alma em sua plenitude.
As imagens que os olhos captam são tão somente as importantes portas de entrada para muito além do tum tum do coração, do ofegar das narinas, da descarga elétrica que percorre a espinha dorsal após passarem os pensamentos pelo cérebro e o toque das mãos.
Se a vida é a soma de uma infinidade de possibilidades e experiências concretas e imateriais, com o amor isso não é diferente. Não sei se o amor liberta ou escraviza. Talvez ele seja a soma destes “se’s”. Mas o amor... Ah! O amor completa. Expande! Faz sorrir e chorar. Ele soma, fortalece e faz brotar tantas cores quanto a gente se permitir. Ele consegue acompanhar os sabores doces que a relação oferece mas também presencia os dissabores, as amarguras, os azedumes, as fraquezas, as incertezas. Ele rega o rosto com a lágrima mas é capaz de secá-la. Lá no fundo tudo pulsa. A vibração ecoa intensa e incansávelmente. O amor é algo tão simples que chega a se complicar quem quer entendê-lo. O óbvio está sempre ao alcance dos olhos mas nem sempre é percebido facilmente. Nem todo sentido é decifrável. Sorte de quem sabe amar, sorte de quem é amado."
PatyZ.
terça-feira, 13 de abril de 2010
sábado, 3 de abril de 2010
“...”
Ela não aguenta mais esperar... respira fundo e se dirige ao alvo na escuridão.
Uma fita laranja de cetim com bordas douradas... um bilhete e a doçura que se aproximará de seus lábios no desfazer do laço, ao som do papel transparente que, subitamente se abre através de seus dedos para tocar o vermelho do alumínio e enfim degustar toda a delícia do chocolate que derrete e se espalha na boca fechada mas não inerte. Alimentando as células do corpo, enchendo o cérebro de energia que se transforma em impulsos eléctricos entre os neurónios, como uma corrente capaz de produzir pensamentos, que extrapolam este plano e atingem outras dimensões intensas e complexas, aproximando o que antes parecia distante.
Paty Z.
Uma fita laranja de cetim com bordas douradas... um bilhete e a doçura que se aproximará de seus lábios no desfazer do laço, ao som do papel transparente que, subitamente se abre através de seus dedos para tocar o vermelho do alumínio e enfim degustar toda a delícia do chocolate que derrete e se espalha na boca fechada mas não inerte. Alimentando as células do corpo, enchendo o cérebro de energia que se transforma em impulsos eléctricos entre os neurónios, como uma corrente capaz de produzir pensamentos, que extrapolam este plano e atingem outras dimensões intensas e complexas, aproximando o que antes parecia distante.
Paty Z.
sábado, 20 de março de 2010
LETRINHAS OU PALAVRAS?
Interessante o processo de alfabetização!
Por onde se inicia a curiosidade e a vontade de aprender?
Quem sabe seja primeiramente pela observação, depois pela experimentação... da pronúncia das letrinhas e seus sons ou simplesmente pela tentativa de desenhar com um lápis colorido as formas encontradas no alfabeto.
Se não houver lápis, serve o giz, a tinta ou até mesmo os dedos levemente apoiados na pele como forma de aprendizado e carinho.
São inúmeras as formas de expressão. Vale até pular corda, amarelinha para aprender os números pares e ímpares. Ou cantar o alfabeto.
A emoção descoberta na palavra lida, o sorriso de satisfação, a imaginação que aflora nas brincadeiras pueris e dos sonhos que nascem desta época a serem conquistados durante a vida.
PatyZ.
Por onde se inicia a curiosidade e a vontade de aprender?
Quem sabe seja primeiramente pela observação, depois pela experimentação... da pronúncia das letrinhas e seus sons ou simplesmente pela tentativa de desenhar com um lápis colorido as formas encontradas no alfabeto.
Se não houver lápis, serve o giz, a tinta ou até mesmo os dedos levemente apoiados na pele como forma de aprendizado e carinho.
São inúmeras as formas de expressão. Vale até pular corda, amarelinha para aprender os números pares e ímpares. Ou cantar o alfabeto.
A emoção descoberta na palavra lida, o sorriso de satisfação, a imaginação que aflora nas brincadeiras pueris e dos sonhos que nascem desta época a serem conquistados durante a vida.
PatyZ.
segunda-feira, 8 de março de 2010
CORES, AROMAS, SABORES

Olá!
Observe à sua volta...
A beleza que há nas cores, aromas e sabores.
Inspire o perfume do mel que a abelha produz ao visitar as flores alegres e vibrantes com seu perfume inebriante...
Perceba o movimento das folhas se balançando em dança harmônica na copa das árvores ao serem tocadas pela brisa...
Sinta o calor do sol a dourar suavemente a sua pele...
O gosto do sal que seca no corpo após um banho de mar...
O cantar dos passarinhos que voam em bandos ou sozinhos...
Ouça as gotas da chuva molhando a terra e exalando o cheiro que refresca tudo...
Aqueça a maçã com a canela...
Permita-se saborear a textura, o aroma dos alimentos.
Uma pitada de pimenta na moranga, as raspas do limão no café; o suco da melancia fresca; uma muda de hortelã regada de manhã; um chá de capim santo; o chantily em cima do morango, o bolo quentinho que sai do forno ao som da música para embalar os bons momentos.
Boa Semana! :)
Paty Z.
segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010
MISTURANDO FANTASIA E VIVÊNCIA NO LIQUIDIFICADOR
Fica em cima do muro quem não se identifica nem com um lado nem com o outro.
Existe um meio termo. Existem homens, mulheres, homens-mulheres e mulheres-homens. Existe o dia, a noite assim como o entardecer e o amanhecer. Não existe somente o sol e a lua. Existem as estrelas. Ainda bem.
Independente do partido político e do certo e do errado, dos bancos públicos e privados.
A desorganização existe. O imperfeito existe e impera.
Não acho justo nem com os funcionários, nem com a população e nem com os “donos” dos bancos que se mantenha essa tamanha INDELICADEZA que é fazer as pessoas esperarem tanto tempo para serem atendidas no guichê do caixa. Assim como imagino que deva ser extremamente estressante para um único atendente de caixa trabalhar bem, não se estressar, não errar e apresentar resultados satisfatórios para o “patrão”, exercendo uma atividade onde se expõe a tanta gente insatisfeita.
Será que o “patrão” não percebe que todo mundo perde? INCLUSIVE ELE?
Ele perde o respeito, a credibilidade, a honestidade, a dignidade e o dinheiro que é a razão principal da existência dele.
Todos cag@#! Poucos limpam. Poucos cuidam e se importam. Dos que se importam quase nenhum persevera porque se cansam, adoecem e passam a pensar somente em si.
Muitos têm religião mas a fé está em poucos. Lembrando que ateus também existem.
TODO MUNDO OLHA as paredes de vidro da casa alheia E TODO MUNDO torce para não ter paredes de vidro em sua própria casa. Se escondem, se omitem, mudam de nome, não mostram as caras. Esquecem que também dormem, acordam, fazem xixi, tomam banho, se alimentam, conversam, riem e choram, xingam, gritam e dão gargalhadas, fazem amor, se f@d#m e f@d#m os outros.
O que é melhor: contratar mais funcionários e treiná-los a fazer bem suas atividades proporcionando eficiência e agradando seus clientes e seu patrão, ou manter um funcionário só, levá-lo ao limite, perder clientes e ter prejuízos, e apresentar um resultado ruim?
A máquina não pensa e nem nada sente. Os seres “humanos” criaram a máquina mas esqueceram que ela não os substitui. Eles são necessários para mantê-la, para melhorá-la ou até modificá-la.
O SER HUMANO tem força. Uma força que poderia ser melhor utilizada.
TODO MUNDO tem cérebro mas poucos o utilizam. Há gosto para tudo.
A possibilidades de escolhas existem, para poucos.
Há quem enxergue, há quem nada veja e há os que fingem que não vêem.
SOMOS UM REBANHO PERDIDO EM NÓS MESMOS!
PatyZ.
Escrito em 21/02/2010
Existe um meio termo. Existem homens, mulheres, homens-mulheres e mulheres-homens. Existe o dia, a noite assim como o entardecer e o amanhecer. Não existe somente o sol e a lua. Existem as estrelas. Ainda bem.
Independente do partido político e do certo e do errado, dos bancos públicos e privados.
A desorganização existe. O imperfeito existe e impera.
Não acho justo nem com os funcionários, nem com a população e nem com os “donos” dos bancos que se mantenha essa tamanha INDELICADEZA que é fazer as pessoas esperarem tanto tempo para serem atendidas no guichê do caixa. Assim como imagino que deva ser extremamente estressante para um único atendente de caixa trabalhar bem, não se estressar, não errar e apresentar resultados satisfatórios para o “patrão”, exercendo uma atividade onde se expõe a tanta gente insatisfeita.
Será que o “patrão” não percebe que todo mundo perde? INCLUSIVE ELE?
Ele perde o respeito, a credibilidade, a honestidade, a dignidade e o dinheiro que é a razão principal da existência dele.
Todos cag@#! Poucos limpam. Poucos cuidam e se importam. Dos que se importam quase nenhum persevera porque se cansam, adoecem e passam a pensar somente em si.
Muitos têm religião mas a fé está em poucos. Lembrando que ateus também existem.
TODO MUNDO OLHA as paredes de vidro da casa alheia E TODO MUNDO torce para não ter paredes de vidro em sua própria casa. Se escondem, se omitem, mudam de nome, não mostram as caras. Esquecem que também dormem, acordam, fazem xixi, tomam banho, se alimentam, conversam, riem e choram, xingam, gritam e dão gargalhadas, fazem amor, se f@d#m e f@d#m os outros.
O que é melhor: contratar mais funcionários e treiná-los a fazer bem suas atividades proporcionando eficiência e agradando seus clientes e seu patrão, ou manter um funcionário só, levá-lo ao limite, perder clientes e ter prejuízos, e apresentar um resultado ruim?
A máquina não pensa e nem nada sente. Os seres “humanos” criaram a máquina mas esqueceram que ela não os substitui. Eles são necessários para mantê-la, para melhorá-la ou até modificá-la.
O SER HUMANO tem força. Uma força que poderia ser melhor utilizada.
TODO MUNDO tem cérebro mas poucos o utilizam. Há gosto para tudo.
A possibilidades de escolhas existem, para poucos.
Há quem enxergue, há quem nada veja e há os que fingem que não vêem.
SOMOS UM REBANHO PERDIDO EM NÓS MESMOS!
PatyZ.
Escrito em 21/02/2010
A ARTE DE RECICLAR A ESTÓRIA

Zeferina acordou com uma imensa vontade de vomitar. E vomitou. Depois cag@# e, para não poluir a natureza, juntou tudo numa sacola de pano e presenteou a todos ao seu redor com uma parte do seu ‘presente”.
Todos gostaram tanto dos excrementos que passaram a fazer igual e a presentear uns aos outros com seus ‘mimos’.
O MUNDO ficou FELIZ! A natureza ficou mais “limpa”, as pessoas cada vez mais “sujas”. Mas o perfume exalou e ninguém pode conter. Subiu para o céu azul e as nuvens cinzentas se aproximaram para também sentirem o odor. Juntaram tantas mais tantas que se trombaram e não demorou para o raio fotografar tudo e o trovão todo poderoso gritar com toda a sua imponência pedindo ordem.
As nuvens, de susto, começaram a chorar tanto que suas gotas desceram à terra numa grande enxurrada, banhando as pessoas meladas de sujeira, entupindo os bueiros, poluindo a água e inundando tudo.
Até que o sol voltou novamente a confortar as nuvens e o vento as dissipou deixando que cada uma seguisse sozinha o seu curso. A luz do sol diminuiu lentamente o volume das águas e todo aquele excremento produzido pelas pessoas passou então a adubo para a terra que pode, finalmente, servir de abrigo às sementes que corajosamente puderam brotar e se transformar em flor.
PatyZ. 21/02/2009
segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010
RELATOS SOBRE UM FILME

"I SEE YOU!"
Por falar em entretenimento, além do livro, da música e poesia, o cinema também me agrada muito!
Confesso que o filme AVATAR me cativou como o filme do ET que assisti quando criança.
“ET phone home”
Desses filmes que a gente leva pela vida toda sempre com o maior carinho.
Adoro a natureza e viajei na beleza das cores e dos seres que vi em AVATAR. As plantas que se encolhem como quando a gente mergulha no fundo do mar e estala os dedos em frente aos seres coloridos que se adaptam ao ambiente para sobreviver.
Natureza é sábia! E vale a pena aprender com ela.
As coisas se transformam o tempo todo assim como as estações do ano, com a migração dos pássaros no outono para voltar na primavera e ajudar a semear as novas sementes para que se transformem em flores perfumadas e cheias de vida, atraindo os olhos dos seres vivos ao simples fato de curtir a beleza delas pelo olhar, ou pelo desejo de serem alimentados pelo alimento ou pólen que elas tenham a oferecer, pelo abrigo que encontram em suas pétalas para um merecido descanso ou simplesmente pelo deleite de um aconchego em suas macias pétalas. Há também os que ao invés de sentirem a beleza da natureza e se conectarem com a imensidão do universo, mesmo que somente por alguns momentos, a enxerguem tão somente como mais uma fonte de renda e obter lucros incessantes. Tudo bem. Cada um que escolha aquilo que acha bom para si.
Isso é diversidade. E mantê-la é o exercício mais difícil pois em cada prisma existe também uma imensa sede de poder que infelizmente parece falar mais alto e ser capaz de devastar todas as possibilidades existentes para que uma nova realidade ainda sem conceito nasça somente depois do extermínio de tudo o que há. Só espero que a humanidade possa encontrar uma forma de se manter viva para presenciar este novo caminho e continuar procriando a nossa espécie e encontrar a harmonia nas diferentes filosofias.
Sejam o que forem sejam vocês. Sou só um grãozinho de areia na imensidão infinita mas ainda assim sou um grão de areia.
Boa semana!
PatyZ.