A escrita pode esperar. A fome não. Sem o alimento no estômago para energizar o resto do corpo não se pensa, não se lê, nem se escreve.
Fechado para almoço.
Paty Zanzoti
Escrito em 24/07/2010
domingo, 22 de agosto de 2010
Com todo o respeito ao desenvolvimento tecnológico - que eu também adoro! – fiquei feliz ao adquirir um caderno. Colocar para fora alguns pensamentos num momento à sós comigo mesma.
As idéias e pensamentos passam no meu cérebro em tantas partes que se somam como os alimentos que se misturam num liquidificador e o resultado eu provo nos momentos de descanso da ginástica que faz a mão com a caneta por entre meus dedos.
Pensei nos extremos mas me encontro no meio.
Os opostos existem mas não creio que sejam puramente eles mesmos. Há uma mescla interessante em cada ato do ser humano que se porta como um pêndulo, ora cá outra acolá, pois as vontades mudam o tempo todo e, por mais que umas prevaleçam sobre as outras, elas não predominam totalmente.
Pense em como se alimenta e o que você realmente gosta de comer. Pense também no que é saudável.
O que é saudável?
É o que faz bem ao corpo. OK, mas não dá para comer o tempo todo só o que é saudável. Temos vontades. Tem hora que o paladar está para o sal, outras para o açúcar, para a gordura ou para a pimenta,... e o mesmo se dá para a maioria das coisas que consumimos.
Esta DIVERSIDADE nos permite saborear uma parcela da totalidade. É na diversidade e na ADVERSIDADE que percebemos o valor das coisas; o suspiro de pensar como é bom perceber a diversidade, a existência de muitos atos, coisas, vontades, pensamentos, sabores, sons, sensações e da razão, da lógica.
A dificuldade está justamente em encontrar o MEIO TERMO; a encontrar um caminho que EQUILIBRE os opostos; ser capaz de HARMONIZAR situações sabendo bem quem somos e o que queremos agora, mas também RESPEITANDO quem ou aquilo que é diverso disso.
Respeitar no sentido de ser capaz de COMPREENDER a posição oposta sem necessariamente ter de aceitar para si a mesma condição e, sem também IMPOR que um dos extremos prevaleçam.
Ser capaz de CONVIVER. Conviver no sentido de viver com as diferenças e não se derrotar ou derrotar o outro.
Impor o tempo todo, mandar o tempo todo, ganhar o tempo todo, derrotar o tempo todo é VIVER PARCIALMENTE, conhecer só um lado da situação quando temos dentro de nós a CAPACIDADE de “viver inteiro e não pela metade” como escreveu Arnaldo Antunes, Marcelo Fromer e Sérgio Britto na musica Comida - Titãs.
TER E SER!
Sabedoria. :-)
Paty Zanzoti
Escrito em 23/07/2010
As idéias e pensamentos passam no meu cérebro em tantas partes que se somam como os alimentos que se misturam num liquidificador e o resultado eu provo nos momentos de descanso da ginástica que faz a mão com a caneta por entre meus dedos.
Pensei nos extremos mas me encontro no meio.
Os opostos existem mas não creio que sejam puramente eles mesmos. Há uma mescla interessante em cada ato do ser humano que se porta como um pêndulo, ora cá outra acolá, pois as vontades mudam o tempo todo e, por mais que umas prevaleçam sobre as outras, elas não predominam totalmente.
Pense em como se alimenta e o que você realmente gosta de comer. Pense também no que é saudável.
O que é saudável?
É o que faz bem ao corpo. OK, mas não dá para comer o tempo todo só o que é saudável. Temos vontades. Tem hora que o paladar está para o sal, outras para o açúcar, para a gordura ou para a pimenta,... e o mesmo se dá para a maioria das coisas que consumimos.
Esta DIVERSIDADE nos permite saborear uma parcela da totalidade. É na diversidade e na ADVERSIDADE que percebemos o valor das coisas; o suspiro de pensar como é bom perceber a diversidade, a existência de muitos atos, coisas, vontades, pensamentos, sabores, sons, sensações e da razão, da lógica.
A dificuldade está justamente em encontrar o MEIO TERMO; a encontrar um caminho que EQUILIBRE os opostos; ser capaz de HARMONIZAR situações sabendo bem quem somos e o que queremos agora, mas também RESPEITANDO quem ou aquilo que é diverso disso.
Respeitar no sentido de ser capaz de COMPREENDER a posição oposta sem necessariamente ter de aceitar para si a mesma condição e, sem também IMPOR que um dos extremos prevaleçam.
Ser capaz de CONVIVER. Conviver no sentido de viver com as diferenças e não se derrotar ou derrotar o outro.
Impor o tempo todo, mandar o tempo todo, ganhar o tempo todo, derrotar o tempo todo é VIVER PARCIALMENTE, conhecer só um lado da situação quando temos dentro de nós a CAPACIDADE de “viver inteiro e não pela metade” como escreveu Arnaldo Antunes, Marcelo Fromer e Sérgio Britto na musica Comida - Titãs.
TER E SER!
Sabedoria. :-)
Paty Zanzoti
Escrito em 23/07/2010
terça-feira, 13 de abril de 2010
Para sempre Maria
Outro dia li uma entrevista muito interessante com a Patricia Montaud na Revista Ciência & Vida Psique, Ano IV, n. 47, Editora Escala que me fez refletir sobre os atos que praticamos diariamente. Eles estão carregados de intenções e baseados na história inserida em cada molécula que compõe o nosso corpo físico, no emocional e espiritual. Somos parte do resultado de nossos antepassados mas também fazemos a releitura daquelas vivências e as emanamos com a nossa identidade e alma os resultados que obtemos disso, para somar e integrar todo um universo infinito existente.
Daí compreendi de onde vinha a minha empolgação em fazer bolos e gostar tanto de doces!
Há muitos anos atrás tive a grata oportunidade de conviver com uma senhorinha agradabilíssima, que de “velha” nada tinha. Uma criatura sorridente, baixinha, ativa, trabalhadora, caprichosa, prendada, democrática e cheia de fé; que não julgava as pessoas pela aparência nem pelas moedas que tinham guardadas. Alguém que gostava de gente e era capaz de compreender e conviver tranquilamente como os iguais a ela mas também com aqueles completamente diferentes dela. Adorava aprender! Um novo jeito de costurar, um ponto de tricot ou crochê; aprender a dirigir um veículo mesmo após os sessenta anos; a filosofia contida em cada religião; a misturar os ingredientes para experimentar um novo sabor nas receitas. Uma pessoa capaz de compor seus trajes com liberdade e criatividade, misturando tecidos com diversas texturas, estampas e cores sempre vibrantes como o roxo, o laranja, o dourado, o Pink, marrom,... os tamancos e sandálias de plataforma, os altos e grossos saltos,... Numa época onde isso era nada convencional. Via a roupa como sua segunda pele, traduzindo sua alegria e vontade de viver. Alguém com vocação extraordinária para harmonizar as relações entre as pessoas e realizar sonhos! Não somente os dela mas daqueles que com ela conviviam.
Contudo, via grandiosidade na simplicidade. Observava a vida e nela interagia, às vezes, como mera expectadora da beleza da natureza, no desabrochar de uma flor; na força que emana do movimento da onda do mar, no perfume que exala da fruta colhida ao pé da árvore, do trabalho incessante das formigas e abelhas, na liberdade contida no abrir e fechar das asas dos pássaros; na incrível metamorfose que transforma a lagarta em borboleta; na dedicada construção das coelhas ao berço feito com seu próprio pêlo para receber suas crias; a sabedoria contida em cada passo do jabuti,... Outras vezes era a própria fada de um conto de princesas capaz de transformar o que lhe cercava em beleza e melhoras. Seja pelos beijos estalados dados em nossas bochechas ou no conforto de um abraço fofo; nas roupas que costurava; nas palavras que proferia envoltas em compreensão, respeito e sabedoria relatadas sempre de forma divertida. Seu esporte preferido era o dia a dia! Seus dias eram como uma caixinha de surpresas e ela lidava muito bem com isso.
Cuidou dos irmãos, sobrinhos, da filha, do genro, dos netos, das inúmeras amizades que fez, dos animais, das plantas.
Partiu para outro plano no anoitecer de uma segunda-feira. Foi tudo tão rápido que não houve tempo para despedidas. Tinha de ser assim pois a alegria era uma de suas características notáveis ( dentre tantas outras que possuía), e a tristeza era um sentimento que ela preferia manter distante.
Foi uma das maiores perdas que senti em vida. Por anos andei inconformada com isso!
Ao mesmo tempo, curiosamente, encontrava com ela nos meus sonhos e quando acordava sentia o cheiro dela em minhas narinas, o barulho se sua respiração em meus ouvidos. Conversamos muito e a saudade, o sofrimento deixou de existir quando entendi que ela está em mim e eu nela. Para sempre. Minha doce avó Maria.
PatyZ.
Daí compreendi de onde vinha a minha empolgação em fazer bolos e gostar tanto de doces!
Há muitos anos atrás tive a grata oportunidade de conviver com uma senhorinha agradabilíssima, que de “velha” nada tinha. Uma criatura sorridente, baixinha, ativa, trabalhadora, caprichosa, prendada, democrática e cheia de fé; que não julgava as pessoas pela aparência nem pelas moedas que tinham guardadas. Alguém que gostava de gente e era capaz de compreender e conviver tranquilamente como os iguais a ela mas também com aqueles completamente diferentes dela. Adorava aprender! Um novo jeito de costurar, um ponto de tricot ou crochê; aprender a dirigir um veículo mesmo após os sessenta anos; a filosofia contida em cada religião; a misturar os ingredientes para experimentar um novo sabor nas receitas. Uma pessoa capaz de compor seus trajes com liberdade e criatividade, misturando tecidos com diversas texturas, estampas e cores sempre vibrantes como o roxo, o laranja, o dourado, o Pink, marrom,... os tamancos e sandálias de plataforma, os altos e grossos saltos,... Numa época onde isso era nada convencional. Via a roupa como sua segunda pele, traduzindo sua alegria e vontade de viver. Alguém com vocação extraordinária para harmonizar as relações entre as pessoas e realizar sonhos! Não somente os dela mas daqueles que com ela conviviam.
Contudo, via grandiosidade na simplicidade. Observava a vida e nela interagia, às vezes, como mera expectadora da beleza da natureza, no desabrochar de uma flor; na força que emana do movimento da onda do mar, no perfume que exala da fruta colhida ao pé da árvore, do trabalho incessante das formigas e abelhas, na liberdade contida no abrir e fechar das asas dos pássaros; na incrível metamorfose que transforma a lagarta em borboleta; na dedicada construção das coelhas ao berço feito com seu próprio pêlo para receber suas crias; a sabedoria contida em cada passo do jabuti,... Outras vezes era a própria fada de um conto de princesas capaz de transformar o que lhe cercava em beleza e melhoras. Seja pelos beijos estalados dados em nossas bochechas ou no conforto de um abraço fofo; nas roupas que costurava; nas palavras que proferia envoltas em compreensão, respeito e sabedoria relatadas sempre de forma divertida. Seu esporte preferido era o dia a dia! Seus dias eram como uma caixinha de surpresas e ela lidava muito bem com isso.
Cuidou dos irmãos, sobrinhos, da filha, do genro, dos netos, das inúmeras amizades que fez, dos animais, das plantas.
Partiu para outro plano no anoitecer de uma segunda-feira. Foi tudo tão rápido que não houve tempo para despedidas. Tinha de ser assim pois a alegria era uma de suas características notáveis ( dentre tantas outras que possuía), e a tristeza era um sentimento que ela preferia manter distante.
Foi uma das maiores perdas que senti em vida. Por anos andei inconformada com isso!
Ao mesmo tempo, curiosamente, encontrava com ela nos meus sonhos e quando acordava sentia o cheiro dela em minhas narinas, o barulho se sua respiração em meus ouvidos. Conversamos muito e a saudade, o sofrimento deixou de existir quando entendi que ela está em mim e eu nela. Para sempre. Minha doce avó Maria.
PatyZ.
Escrito em 10/04/2010
"Tenho a certeza de que lhe quero bem e com tanta intensidade que o universo inteiro conspira a favor. Gosto de fazer cafuné tanto quanto receber. Como aquele abraço apertado onde duas pessoas que se amam vêem seus braços se entrelaçarem e compartilham de uma harmonia e felicidade indescritíveis... sentindo no silêncio a cumplicidade e o carinho que os arrebatam o coração e atingem a alma em sua plenitude.
As imagens que os olhos captam são tão somente as importantes portas de entrada para muito além do tum tum do coração, do ofegar das narinas, da descarga elétrica que percorre a espinha dorsal após passarem os pensamentos pelo cérebro e o toque das mãos.
Se a vida é a soma de uma infinidade de possibilidades e experiências concretas e imateriais, com o amor isso não é diferente. Não sei se o amor liberta ou escraviza. Talvez ele seja a soma destes “se’s”. Mas o amor... Ah! O amor completa. Expande! Faz sorrir e chorar. Ele soma, fortalece e faz brotar tantas cores quanto a gente se permitir. Ele consegue acompanhar os sabores doces que a relação oferece mas também presencia os dissabores, as amarguras, os azedumes, as fraquezas, as incertezas. Ele rega o rosto com a lágrima mas é capaz de secá-la. Lá no fundo tudo pulsa. A vibração ecoa intensa e incansávelmente. O amor é algo tão simples que chega a se complicar quem quer entendê-lo. O óbvio está sempre ao alcance dos olhos mas nem sempre é percebido facilmente. Nem todo sentido é decifrável. Sorte de quem sabe amar, sorte de quem é amado."
PatyZ.
"Tenho a certeza de que lhe quero bem e com tanta intensidade que o universo inteiro conspira a favor. Gosto de fazer cafuné tanto quanto receber. Como aquele abraço apertado onde duas pessoas que se amam vêem seus braços se entrelaçarem e compartilham de uma harmonia e felicidade indescritíveis... sentindo no silêncio a cumplicidade e o carinho que os arrebatam o coração e atingem a alma em sua plenitude.
As imagens que os olhos captam são tão somente as importantes portas de entrada para muito além do tum tum do coração, do ofegar das narinas, da descarga elétrica que percorre a espinha dorsal após passarem os pensamentos pelo cérebro e o toque das mãos.
Se a vida é a soma de uma infinidade de possibilidades e experiências concretas e imateriais, com o amor isso não é diferente. Não sei se o amor liberta ou escraviza. Talvez ele seja a soma destes “se’s”. Mas o amor... Ah! O amor completa. Expande! Faz sorrir e chorar. Ele soma, fortalece e faz brotar tantas cores quanto a gente se permitir. Ele consegue acompanhar os sabores doces que a relação oferece mas também presencia os dissabores, as amarguras, os azedumes, as fraquezas, as incertezas. Ele rega o rosto com a lágrima mas é capaz de secá-la. Lá no fundo tudo pulsa. A vibração ecoa intensa e incansávelmente. O amor é algo tão simples que chega a se complicar quem quer entendê-lo. O óbvio está sempre ao alcance dos olhos mas nem sempre é percebido facilmente. Nem todo sentido é decifrável. Sorte de quem sabe amar, sorte de quem é amado."
PatyZ.
sábado, 3 de abril de 2010
“...”
Ela não aguenta mais esperar... respira fundo e se dirige ao alvo na escuridão.
Uma fita laranja de cetim com bordas douradas... um bilhete e a doçura que se aproximará de seus lábios no desfazer do laço, ao som do papel transparente que, subitamente se abre através de seus dedos para tocar o vermelho do alumínio e enfim degustar toda a delícia do chocolate que derrete e se espalha na boca fechada mas não inerte. Alimentando as células do corpo, enchendo o cérebro de energia que se transforma em impulsos eléctricos entre os neurónios, como uma corrente capaz de produzir pensamentos, que extrapolam este plano e atingem outras dimensões intensas e complexas, aproximando o que antes parecia distante.
Paty Z.
Uma fita laranja de cetim com bordas douradas... um bilhete e a doçura que se aproximará de seus lábios no desfazer do laço, ao som do papel transparente que, subitamente se abre através de seus dedos para tocar o vermelho do alumínio e enfim degustar toda a delícia do chocolate que derrete e se espalha na boca fechada mas não inerte. Alimentando as células do corpo, enchendo o cérebro de energia que se transforma em impulsos eléctricos entre os neurónios, como uma corrente capaz de produzir pensamentos, que extrapolam este plano e atingem outras dimensões intensas e complexas, aproximando o que antes parecia distante.
Paty Z.
sábado, 20 de março de 2010
LETRINHAS OU PALAVRAS?
Interessante o processo de alfabetização!
Por onde se inicia a curiosidade e a vontade de aprender?
Quem sabe seja primeiramente pela observação, depois pela experimentação... da pronúncia das letrinhas e seus sons ou simplesmente pela tentativa de desenhar com um lápis colorido as formas encontradas no alfabeto.
Se não houver lápis, serve o giz, a tinta ou até mesmo os dedos levemente apoiados na pele como forma de aprendizado e carinho.
São inúmeras as formas de expressão. Vale até pular corda, amarelinha para aprender os números pares e ímpares. Ou cantar o alfabeto.
A emoção descoberta na palavra lida, o sorriso de satisfação, a imaginação que aflora nas brincadeiras pueris e dos sonhos que nascem desta época a serem conquistados durante a vida.
PatyZ.
Por onde se inicia a curiosidade e a vontade de aprender?
Quem sabe seja primeiramente pela observação, depois pela experimentação... da pronúncia das letrinhas e seus sons ou simplesmente pela tentativa de desenhar com um lápis colorido as formas encontradas no alfabeto.
Se não houver lápis, serve o giz, a tinta ou até mesmo os dedos levemente apoiados na pele como forma de aprendizado e carinho.
São inúmeras as formas de expressão. Vale até pular corda, amarelinha para aprender os números pares e ímpares. Ou cantar o alfabeto.
A emoção descoberta na palavra lida, o sorriso de satisfação, a imaginação que aflora nas brincadeiras pueris e dos sonhos que nascem desta época a serem conquistados durante a vida.
PatyZ.
segunda-feira, 8 de março de 2010
CORES, AROMAS, SABORES

Olá!
Observe à sua volta...
A beleza que há nas cores, aromas e sabores.
Inspire o perfume do mel que a abelha produz ao visitar as flores alegres e vibrantes com seu perfume inebriante...
Perceba o movimento das folhas se balançando em dança harmônica na copa das árvores ao serem tocadas pela brisa...
Sinta o calor do sol a dourar suavemente a sua pele...
O gosto do sal que seca no corpo após um banho de mar...
O cantar dos passarinhos que voam em bandos ou sozinhos...
Ouça as gotas da chuva molhando a terra e exalando o cheiro que refresca tudo...
Aqueça a maçã com a canela...
Permita-se saborear a textura, o aroma dos alimentos.
Uma pitada de pimenta na moranga, as raspas do limão no café; o suco da melancia fresca; uma muda de hortelã regada de manhã; um chá de capim santo; o chantily em cima do morango, o bolo quentinho que sai do forno ao som da música para embalar os bons momentos.
Boa Semana! :)
Paty Z.